Eu (não) te vi nascer - parte 3 ou Post de aniversariante

Família grande é isso. Toda hora tem alguém de aniversário e... sacumé, lá vou eu limpar a minha barra de irmã que não telefona porque nunca tem crédito no celular dar os meus parabéns onlaini! O aniversariante da vez é meu irmão mais velho que mora looooooooonge, numa terra muito muito distante, lá pros lados da Casa Branca.


PAUSA - Lembram que já falei aqui sobre a minha avó? A que ligava pra gente nos dias de aniversário e dizia: "Eu te vi nasceeeeeeeeeeeer!!"... Bom, sabe o que ela tinha a dizer sobre os netos? "Pra mim, todos são iguais, depois do Duda!" - DESPAUSA


Parabéns, Dudaaaaaaaaa!!
Tudo de melhor pra ti!!
Estamos com moooetas saudades... vem logo!


Love, Helena.

Sua própria garrafa!




A cervejaria holandesa Heineken organizou no ano passado um concurso criar a melhor embalagem customizada para a marca. Puderam participar os escritórios regionais da empresa no mundo inteiro. Agora, a Heineken permite que os consumidores criem suas próprias embalagens customizadas, através do site http://www.jouwheineken.nl/. Na Europa, o six-pack personalizado custa 15,95 euros mais o frete.

Muito legal!


Google Classic

Que tal?

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Um bailarino a menos




 Semana passada morreu Patrick Swayze. Fiquei passada. Sabia que ele estava doente e que seu tempo era curto, mas... a imagem que eu tinha dele era a do filme "Dirty Dancing" (1987). A coreografia dele com a atriz Jennifer Grey ao som daquela música ficou pra história.

Mas o mais legal é que dançar a coreografia de "Dirty Dancing" em festas de casamento virou moda no mundo inteiro. A onda começou quase 20 anos depois do filme, em 2005, com a fotógrafa americana Júlia Boggio e o cineasta James Derbyshire, do País de Gales. Eles escolheram a dança para a festa do casamento deles. Concordo com ela quando diz:
"Eu acho que é uma fantasia de toda mulher dançar aquela coreografia com aquela música. E eu quis realizar essa fantasia no dia do meu casamento."
Palmas pro maridão que não se negou. O vídeo parou na internet e bombou! Bombou tanto que o casal foi para no programa da Oprah. O que não imaginavam era que o próprio Patrick estaria lá.
"Nós começamos a dançar diante do público. As pessoas aplaudiam e, de repente, começaram a gritar. Gritaram muito. A gente pensou: nós não somos tão bons assim!”...“Aí, eu senti um toque no meu ombro. Virei-me e vi que o Patrick Swayze estava lá, olhando pra mim. Ele me perguntou: posso dançar com a sua mulher? Eu disse sim!”
Eu diria o mesmo!

A balsa & eu

Semana passada fiz um programão. Coisa de gente pobre finíssima. Peguei a balsa ao meio-dia, fui pro Rio (Grande) e me atirei no Big. Ahhh, nada como ter o que comprar (aqui não tem nada). Fiz um rancho meia boca e fui olhar tudo o que eu NÃO ia comprar na seção de bazar e eletrodomésticos. Olhei, olhei e me agarrei com unhas e dentes a dois tapetinhos lá pra casa. Sabe como é, manter a decoração mutante némolenão! Bom, lá pelas tantas mienchi de bater perna e fui pra fila do caixa. Depois de esvaziar meio carrinho lembrei que não tinha comprado uma única fruta e nem um mísero legume. Deixei pra lá. Paguei o rombo e pedi educadamente pra moça do caixa se tinha alguém que pudesse me ajudar a descer a rampa do supermercado com o carrinho. Vou explicar. Não sou nenhuma incapaz, mas no acesso principal do Big de Rio Grande tem uma big rampa um tanto escorregadia (e a moça do caixa me disse que eles enceram, pode?). E eu, com as minhas modernas botas de montaria, já subi a rampa parecendo uma patinadora (Disney On Ice, me aguarde)... imagina pra descer com um carrinho lotado?? Mas um funcionário veio pra me salvar e cheguei inteira ao estacionamento. Saí de lá e fui reto pra fila da balsa. Eram 15:20. Pra minha surpresa ela estava arrancado do atracadouro! Detalhe: ela deveria sair às 16:00. O que eu fiz?? Esperei ela ir à São José do Norte e voltar! Resultado: esperei até as 17:00. Sofro. Sofro mais ainda porque é sempre assim!
E eu, que tinha comprado uma revista pra me distrair durante os 40 minutos de travessia, acabei tendo que usar pra esperar a maldita.

Voltei

Oi! Lembram de mim?? Não?! Eu costumava escrever aqui... ahh, lembraram, né? Pois é, gentem, a vida aqui nessa pacata cidade tá uma loucuuura - pelo menos pra mim. Bom, vamos aos fatos ocorridos nesse últimos tempos: Não sou mais uma feliz proprietária de pet shop, a Bicho Bacana foi vendida e continua a pleno vapor sob nova direção. Confesso que deu uma dor no peito de fazer esse negócio, que foi penoso de montar e vinha dando certo há 5 anos... só que conciliar a vida de arquiteta, dona de casa (sem uma doméstica pra chamar de minha) e dona um comércio tava complicado. Nada era feito com 100% de dedicação, já que meu escritório era junto com a loja e era impossível não participar do que acontecia lá - e que não tinha nada a ver com o que eu tava fazendo (projetos, no caso). Agora eu tenho um office bem piquitito, quase uma cápsula, mas to bem feliz. Claro que aqui eu não vou poder trocar os móveis de lugar toda semana (como faço lá em casa), já que ou é assim como tá ou é assim como tá.

Só tem uma coisa que me incomoda: minha gatinha Didi (siamesa+puma) - guardiã feroz contra invasores- ficou na loja. Ela foi pra lá ainda bebê e lá é a casa dela. Sei que ela não vai estranhar muito, já que a nova proprietária era minha funcionária-master, Lili. Mas queria ter levado a danada pra minha casa... O husband não queria muito e veio com um papo de que ela iria passear por entre as minhas taças de cristal, se pendurar nas cortinas... munf! Desisti! Gostava muito mesmo de ter a loja, mas to aliviada de não ter que pensar em fornecedor, ICMS, boletos diários, INSS, FGTS, ração que venceu, frasco de remédio que quebrou, cliente que quer trocar 2"real" da ração que levou e o gato não comeu...

Fotos da Didi em momentos relax:

Didi, numa vibe paparazzo (ou gatarazzo).

Eu (com a sombrancelha assassinada) + Didi

Música pra ler

Essa semana eu tava em casa, de cama, vendo no Jornal do Almoço meus conterrâneos Kleiton & Kledir lançando um disco só com músicas inéditas. Gente boa que faz música boa! Ouvi e adorei!! Eles não perderam a forma. Como ainda não botei a mão nesse CD, mando uma antiga que eu amo: To a fim de ficar contigo.


Tô quase sem voz de tanto falar
Tô a fim de ficar contigo
E, cá entre nós, ficar pra valer
Do contrário, não faz sentido

Tentei desbundar, andei por aí
Mas, não tem nada a ver comigo
Às vezes, sei lá, me enrolo demais
Sutilezas do meu estilo

Olha pra mim, desfaz essa cara
Não dá mais pra ficar com clima
Se a gente arrasou do jeito que era
Imagina uma oitava acima

Voltei pra ficar, ficar pra valer, vamos lá!
E quando se vai além do prazer é demais
Valeu!

Tô quase sem voz de tanto falar
Tô a fim de ficar contigo
Eu gosto é de nós, da nossa cadência
Vamos lá, outra vez "da capo"
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